Tag Archives: técnica

Aumentos, pra que vos quero?

4 out

Esta semana começamos lá no Tricoteiras uma série sobre aumentos.

Até sexta-feira, serão publicados cinco vídeos (feitos por esta que vos escreve cof, cof, cof…) mostrando como fazer. Começamos com laçada torcida, o aumento preferido da EZ, mas tem também laçada simples (sim! isso é um tipo de aumento), levantando o fio da carreira de baixo, tricotando o ponto da carreira de baixo e tricotando um ponto duas vezes.

Você poderá acompanhar a série todinha aqui.

Agora, você me pergunta: para que aprender tantos aumentos? Só aquele um que eu sei não basta?

Então. Eu também já pensei assim. Lá no comecinho, quando eu deixei de tricotar cachecóis e comecei a buscar novos desafios. Aprendi um e boa. E fiquei com esse um por um bom tempo. Até que um dia eu precisava dar outro efeito visual e aquele um não dava certo. Aí, tive que aprender outro. Depois, em outra situação, precisava de outro. E foi indo, até que aprendi vários.

Numericamente falando, é a mesma coisa. Vamos aumentar os pontos. A exigência passa a ser com o visual da peça. Tem aumentos que caem melhores do que outros. Simples assim.

Moral da história: a experiência vai deixando a gente mais exigente. A gente não quer tricotar de qualquer jeito, né? A gente quer fazer sempre o nosso melhor. E com isso, vamos aprendendo mais coisas, outros jeitos, vamos ficando curiosas e perguntadeiras.

No meu caso, além de aprender para mim, eu também divido o aprendizado lá no Tricoteiras.

Anúncios

Quase lá

21 set

Quase 1o dias depois do fim das viagens, só agora o ritmo parece retomado. Então, já era hora também de retomar os projetos.

O mais urgente era a meia, que já tinha feito um pé e queria vê-la pronta. Faltava o outro, mas eu queria mostrar uma coisa antes de passar a régua e fechar a conta. O calcanhar.

Das mil maneiras de preparar Neston que o tricô tem para fazer tudo, confesso que nunca tinha ouvido falar de fazer meia toe up (em português claro, do dedão para a canela) fazendo o calcanhar depois de ter arrematado a barra da meia. Mas aprendi no curso que estou fazendo no Craftsy, com a Donna Druchunnas. (prometo escrever depois com mais detalhes sobre esse curso).

Reza a lenda que fazer calcanhares assim tem a grande vantagem de poder refazê-lo depois, já que essa é a parte que normalmente se desgasta e se acaba primeiro numa meia. Como eu só usei as meias que fiz antes, as Mais Simples do Mundo (aqui você encontra no Ravelry também), em casa e não com sapatos, não posso dar aqui meu testemunho de fé, apenas informo o que outros já me informaram. Fato é que, como a Donna mesmo disse, “it’s fun”! Uma daquelas técnicas que você fica meio incerto se vai funcionar, mas o resultado é bem bom.

Depois da meia pronta, a gente volta lá onde deixou os pontos na espera, levanta outro tanto e faz o que tem que ser feito. Parei aqui hoje para tirar a foto abaixo para você visualizar o que eu estou falando. Quando terminar, mostro os detalhes de como fica.

Meu primeiro livro da EZ

5 ago

Chegou!

A Susana tinha dado a dica que o livro Elizabeth Zimmermann’s Knitters Almanac estava sendo vendido a menos de 7 dólares, com frete grátis, na Abebooks. Não tinha como perder a chance.

Esse é o primeiro livro dela que eu compro – vergonha!. Em geral, eu tenho birra com os livros da EZ porque têm pouca imagem e quando tem são p&b, não dá para ver os detalhes direito. Mas estava passando da hora de eu vencer esse preconceito, porque, como sabemos, os ensinamentos dela são tudo.

Se você não sabe quem é  Elizabeth Zimmermann, a padroeira de toda tricoteira, não deixe de ler esse texto aqui. E, se possível, também leia os livros e receitas dela.