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Se o mundo não acabar hoje…

21 out

   … estaremos no Café Tricot amanhã, para a inauguração do knit café num dia cheeeeeeeio de oficinas.

>> Saiba mais sobre o fim do mundo HOJE, 21/10/2011

 

(Se você levar realmente a sério e quiser se arrepender da sua cobiça pelos fios, pode fazer uma doação lá pra casa. A gente aceita fios de qualidade de bom grado, tá? )

 

 

Café Tricot

6 out

Há uns três anos, encontrei na Livraria Cultura da Paulista o livro “Greetings from Knit Cafe”. Na época, a grana era curta e eu tinha outras prioridades. Marquei como favourite na minha lista da Amazon e deixei lá.

Aí, há uns dois meses, fui rever minha lista dos desejos e o reencontrei. Ele deixou de ser impresso pela editora, mas era possível comprar num sebo, pela metade do preço. Foi o que eu fiz e, apesar da greve dos Correios, o livro chegou lá em casa.
Em resumo, ele conta a história de uma mega executiva da CBS, a Suzan Mischer, ganhadora de emmys e outros prêmios importantes, que um dia larga tudo e vai ser dona de casa para cuidar das duas filhas pequenas. Depois que ela deixava as meninas na escola, ia tomar café e tricotar numa Starbucks próxima. Ia tão frequentemente que já era amiga de todo mundo, dos funcionários e dos demais frequentadores.
Um dia ela pensou: “puxa, pra esse lugar ser perfeito, só precisava ter alguns novelos à mão”. E daí surgiu a sua idéia de abrir um knit café chamado… Knit Cafe, ora bolas. (Lembrei da Keila na hora com o seu Café Tricot – tem outro nome mais apropriado?!).
Isso foi em 2001. Alguns anos depois, ela escreveu o livro, onde ela conta sobre a sua loja, revela a receita do muffin de laranja com aveia e dos biscoitos de amêndoas e chocolate e, claro, as receitas onde ela aproveita para falar dos clientes que as fizeram, as circustâncias, porque, com qual fio… Ou seja, não é apenas mais um livro de receitinha pronta, mas de receitas com historinhas para contar. Inspirador.
O livro é lindo, muito colorido, projeto gráfico maravilhoso e fotos sensacionais da crochet diva Victoria Pearson.
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Um café assim é o sonho de todo mundo que faz alguma atividade manual.
Conheci a  Keila, que eu falei acima, na lista de tricô Crazy Knitting Ladies. Trocando uns e-mails em pvt sobre o curso de top down que o Tricoteiras promoveu, comentamos sobre o meu sonho, que também era o dela, de abrir um knit café. Ela pegou corda e agora está abrindo o Café Tricot.
Estou absolutamente feliz com isso e radiante face tantas possibilidades de aproveitar um lugar tão bacana. Lendo o livro, a gente percebe que não importa de que país você é, a necessidade de aconchego é a mesma. Um espaço para trocar idéias, conhecer pessoas, não ver o tempo passar… um oásis em cidades tão barulhentas. Quem não precisa disso?
Sucesso ao Café Tricot 🙂