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Novo endereço

16 maio

Agora eu estou aqui:

www.claraquintela.com

Quase Natal

16 nov

No Brasil, o período do Advento que antecede o Natal (existem outros no calendário cristão) não é comemorado oficialmente. Digo, é claro que há toda aquela excitação para as festas do fim de ano, mas pouco se usa essa palavra – “advento” – ao contrário da Europa.

Lá, principalmente na Alemanha, essa época faz parte da tradição. É um momento de preparação para o nascimento de Jesus Cristo e desde criança isso é ensinado.

Uma das maneiras de cultivar essa ansiedade saudavelmente é o calendário do Advento, um cartão que você dá às pessoas queridas com 24 janelinhas que devem ser abertas nos 24 dias que antecedem o Natal, sendo uma por dia.

A cada janelinha aberta, palavras de amor e devoção, desejos de paz e alegria, para que quem recebeu o cartãozinho se lembre que o grande dia está chegando.

No Tricoteiras, resolvemos fazer este ano um projeto para tricotar junto aos moldes deste calendário. A Valesca, a outra metade do site, criou uma receita de uma estola especialmente para esta data, para que mais uma vez nos reunamos, ainda que virtualmente, para dividir nossa paixão pela arte de tecer com duas agulhas.

Aslan Trends gostou da idéia e está apoiando a Estola do Advento: quem fizer a receita até o dia 25 participará de um sorteio.

Quem estiver interessado, pode saber todos os detalhes aqui: www.tricoteiras.com/?p=3931
E enquanto você tricota, vai deixando a ansiedade do lado a cada ponto tecido 🙂

Mi Buenos Aires Querido

8 nov

Voltei!

Fui para a capital federal da Argentina na última sexta-feira, 4/11, comemorar meu niver (dia 5 de novembro) lá, afinal, era agora ou nunca mais, né? Pela primeira vez na minha vida todinha (35 anos) não teve festa.

Foram só três dias, só eu e o Panda mais fofinho do Brasil, mas deu para aproveitar bastante. Andamos muito. Fomos a quase todos os sítios históricos badalados: Casa Rosada, Plaza de Mayo, Puerto Madero, cemitério da REcoleta (e ao túmulo de Evita), andamos na av. Cordoba, no Caminito, na praça de San Telmo. E claro, passamos na Raul Scalabrini Ortiz para comprar lã.

A parte das lãs é um capítulo a parte e sem grandes novidades. Comprar lã em Buenos Aires é bem menos emocionante que comprar em Montevidéu. Mas ainda deu para trazer 2kg pra casa.

Eu disse que deu pra comprar alguma coisa, né?

Eu e Chiche, a lhama mais simpática do Caminito

Bolero

31 out

Nunca usei um bolero. Pela falta de hábito, porque vim de um lugar quente. Depois por achar que não era adequado, que cairia melhor em alguém mais jovem. Enfim, mil desculpas.

Aí, começou uma oficina lá no Craftsy. A Stefanie Japel “herself” ensinando a fazer a receita do seu One Skein Wonder Shrug – e de graça para os já registrados no site. E eu resolvi fazer, só para me divertir – e gastar meus novelos!

Usei um pouquinho mais de um novelo do finado Tweed, da Aslan Trends, porque é com seda = fresquinho, totalmente verão. Agulha 4,5mm.

O resultado foi este:

>> meu bolero lá no Ravelry

Pois é nunca usei bolero e não vai ser desta vez que vou usar. Valesca “ganhou” este aí 🙂

Mas já sei como fazer e o próximo será com mangas compridas.

Aumentos, pra que vos quero?

4 out

Esta semana começamos lá no Tricoteiras uma série sobre aumentos.

Até sexta-feira, serão publicados cinco vídeos (feitos por esta que vos escreve cof, cof, cof…) mostrando como fazer. Começamos com laçada torcida, o aumento preferido da EZ, mas tem também laçada simples (sim! isso é um tipo de aumento), levantando o fio da carreira de baixo, tricotando o ponto da carreira de baixo e tricotando um ponto duas vezes.

Você poderá acompanhar a série todinha aqui.

Agora, você me pergunta: para que aprender tantos aumentos? Só aquele um que eu sei não basta?

Então. Eu também já pensei assim. Lá no comecinho, quando eu deixei de tricotar cachecóis e comecei a buscar novos desafios. Aprendi um e boa. E fiquei com esse um por um bom tempo. Até que um dia eu precisava dar outro efeito visual e aquele um não dava certo. Aí, tive que aprender outro. Depois, em outra situação, precisava de outro. E foi indo, até que aprendi vários.

Numericamente falando, é a mesma coisa. Vamos aumentar os pontos. A exigência passa a ser com o visual da peça. Tem aumentos que caem melhores do que outros. Simples assim.

Moral da história: a experiência vai deixando a gente mais exigente. A gente não quer tricotar de qualquer jeito, né? A gente quer fazer sempre o nosso melhor. E com isso, vamos aprendendo mais coisas, outros jeitos, vamos ficando curiosas e perguntadeiras.

No meu caso, além de aprender para mim, eu também divido o aprendizado lá no Tricoteiras.